Dá para fazer com total segurança, desde que o papel reflita a realidade: quem paga o quê e o que acontece se os planos mudarem.

Comprar um imóvel a dois, sem casamento, é cada vez mais comum, entre casais, irmãos e até amigos que investem juntos. E pode ser totalmente seguro, desde que o papel conte a história real.

Os pontos que fazem diferença: os percentuais de cada um na escritura, conforme o que cada um realmente paga; a documentação da participação de quem ajuda no pagamento mas não está no financiamento; as regras de saída, se um dia um quiser vender e o outro não; e a previsão do que acontece com a parte de cada um em caso de falecimento.

Nada disso é desconfiança, é o que garante que uma parceria boa continue boa, mesmo quando os planos mudam.

Se você comprou ou vai comprar um imóvel em conjunto, essas definições já estão no papel?